domingo, 14 de maio de 2017

Senado abre enquete para discutir redução dos impostos sobre games !!

Jogos de videogame no Brasil são uma coisa extremamente cara, e quem tenha um console sabe disso. O principal motivo é alta carga tributária incidente sobre este tipo de produto, que faz o custo de venda disparar. Agora, o Senado está avaliando uma proposta de redução dos impostos sobre a categoria e quer a sua opinião sobre esse assunto. Para isso, o Senado abriu uma enquete pública para que cidadãos opinem se gostariam de ver a carga tributária que incide sobre jogos de videogames serem reduzidas de 72% para apenas 9%. Você pode votar neste link.

http://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/00/2017/05/12/senado-divulgou-a-analise-da-sugestao-legislativa-em-sua-pagina-oficial-do-facebook-1494614230619_v2_615x300.png

Lembrando: isso ainda não se trata de um projeto de lei, mas apenas uma Sugestão Legislativa enviada por um cidadão comum no portal e-Cidadania. A publicação foi feita no dia 8 de Maio e a ideia ganhou seguidores em velocidade recorde: no momento em que esta notícia é publicada, já passamos dos 80 mil apoiadores que defendem a causa.; e por regra do Senado, qualquer sugestão com tanto apoio deve ser analisada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. O senador Telmário Mota (PTB-RR) foi designado como relator da matéria e ficou com a missão de emitir um parecer inicial sobre a sugestão, que pode determinar se ela avança ou não no Congresso.

Na descrição da sugestão, o autor diz que “atualmente os impostos cobrados sobre games são de 72%, um dos maiores do mundo. Isso faz com que muitos brasileiros como eu evitem comprar jogos, porque é tudo caro demais. Os Estados Unidos atualmente cobram 9% de impostos sobre games, e isso causou o mercado de lá a ser o maior do mundo de jogos”. A redução de preços pode ser um incentivo para a compra de produtos originais no lugar dos piratas, movimentando mais dinheiro para lojistas e possivelmente proporcionando aumento de arrecadação para o governo.