Aquisições da Sony na era PS5 viram alvo de críticas após fechamento da Bluepoint !!

O que começou como uma ofensiva ambiciosa da PlayStation virou motivo de debate pesado na indústria. Desde 2019, a Sony embarcou numa verdadeira maratona de aquisições, comprando 11 estúdios em poucos anos. Mas, com o recente fechamento da Bluepoint Games, cresce a percepção de que a estratégia… não entregou o que prometia.

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Da euforia à turbulência

Tudo começou com a compra da Insomniac em 2019, movimento que parecia o primeiro passo de uma nova era dourada para o ecossistema PlayStation. Nos quatro anos seguintes, a Sony acelerou forte no botão de compras. O plano era claro:

  • expandir o portfólio first-party

  • fortalecer a produção interna

  • investir pesado em jogos live-service

Só que o roteiro não saiu exatamente como o planejado.

O caso Bluepoint acendeu o alerta

Segundo reportagens recentes, a Sony decidiu encerrar a Bluepoint Games, estúdio conhecido por remakes de alto nível como Demon’s Souls (PS5). O problema central:

  • o estúdio não lançou novos jogos após a aquisição

  • um projeto live-service de God of War foi cancelado

  • novas propostas internas não avançaram

Resultado: cerca de 70 a 75 funcionários foram afetados pelo fechamento. E o ponto mais sensível… isso não parece ser um caso isolado.

O panorama dos estúdios adquiridos

Quando se olha o tabuleiro completo, o cenário fica bem mais complexo.

Estúdios com resultados positivos recentes:

  • Insomniac Games → segue ativa (Marvel’s Wolverine a caminho)

  • Housemarque → lançará Saros em 2026

  • Nixxes → forte como estúdio de suporte técnico

Estúdios com dificuldades, atrasos ou inatividade:

  • Firesprite → demissões em 2024

  • Haven → ainda sem lançar seu primeiro jogo

  • Bungie → demissões após aquisição

  • Valkyrie → sem lançamentos próprios recentes

Estúdios já fechados:

  • Neon Koi (2024)

  • Firewalk Studios (2024, após o fracasso de Concord)

  • Bluepoint Games (2026)

Não é exatamente o tipo de lista que investidores gostam de ver.

O elefante na sala: a aposta no live-service

Grande parte da turbulência parece girar em torno de uma decisão estratégica: o empurrão forte da Sony rumo aos jogos como serviço. A ideia fazia sentido no papel. O mercado de live-service movimenta bilhões. O problema foi a execução:

  • projetos cancelados

  • jogos que não engajaram

  • equipes redirecionadas sem resultado claro

O caso mais emblemático foi Concord, que chegou cercado de expectativa… e caiu rápido demais.

Era PS5 com menos jogos do que o esperado?

Outro efeito colateral dessa fase é a percepção de que a geração PS5 teve menos novidades first-party do que muitos fãs esperavam. Com tantos estúdios:

  • em transição

  • mudando de direção

  • ou presos em projetos cancelados

o pipeline acabou ficando mais magro do que parecia no papel.

Ainda é cedo para bater o martelo

Apesar do clima tenso, nem tudo é tempestade permanente. A Sony ainda tem pesos pesados chegando, incluindo:

  • Marvel’s Wolverine

  • Saros

  • Marathon (via Bungie)

  • Fairgames (Haven)

A grande questão agora é estratégica:
👉 a PlayStation vai recalibrar o foco de volta para experiências single-player premium?
👉 ou ainda tentará outra investida forte no live-service?

O próximo ciclo do PS5… e principalmente a chegada do PS6… devem dar a resposta. E você, meu parceiro… acha que a Sony se perdeu nessa fase de aquisições ou isso é só uma turbulência passageira?

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