De acordo com alguns analistas, o mercado de jogos usados movimenta $2 bilhões em vendas todos os anos. Este é o mercado que acontece em algumas lojas de departamento e trocas em leilões online, o famoso “já fechei agora quero vender”. Enquanto a prática é comum e benéfica para gamers ao redor de todo o planeta, muitas distribuidoras estão criando estratégias para eliminar este “problema” (para elas).
A Electronic Arts, por exemplo, criou o projeto Ten Dollar, que busca oferecer um DLC (conteúdo descarregável) gratuíto para cada nova cópia do jogo. A meta é fazer com que o gamer prefira comprar uma cópia para poder usufruir deste DLC, do que adquira o jogo a um preço menor fora do mercado de jogos novos. A EA já está colocando em prática a política para jogos como Dragon Age: Origins e Mass Effect 2, e de acordo com o CEO da empresa, muitos outros jogos da EA seguirão a tendência.
Para ser sincero, notícias como esta me assustam um pouco, pois se já não basta a exclusão de conteúdos que eram para estar originalmente nos games e são vendidos separadamente por DLC, agora as grandes distribuidoras querem forçar a aquisição de novas cópias de seus jogos. Entendo a política destas empresas, mas ainda não consigo engolir essa ideologia dos DLCs. São ótimos, sem dúvidas, mas a maioria deles poderia já estar inclusos no game original.
“O fim justifica os meios” – já dizia Niccòlo Machiavelli ao nosso amigo Ezio Auditore.
Fonte: Gamus
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