Em entrevista para o Site GamesIndustry.biz, Shigeru Miyamoto falou sobre o preço do Nintendo Wii U e sobre a concorrência com o preço do PlayStation 4.
"Não olhamos para isso como competição em termos de preço. Encaramos isto como estarmos providenciando um sistema completo em
termos do GamePad, o sistema e um ambiente completo com o qual todos
podem interagir e desfrutar dos seus benefícios."
"Certamente se for um consumidor - sempre que se fala com um
consumidor sobre preços, a sua resposta será, 'Sim, quero pagar menos'.
Mas temos que competir em termos da nossa singularidade e o que a
Nintendo faz que é diferente do que os outros sistemas tem para
oferecer."
Miyamoto disse ainda que, "Enquanto fizermos isso, acredito que as
pessoas irão ver o valor do sistema que estamos oferecendo com o GamePad
e a diversão e gameplay único, mas não tenho mesmo nada a dizer no momento sobre o que pode acontecer no futuro em termos de preço." Muitos pediam um corte no preço para a Nintendo Wii U e agora com o
preço do PlayStation 4 a Nintendo ganhou
concorrência direta.
Shigeru Miyamoto também abordou um dos assuntos "quentes" da indústria nestes dias, a venda de jogos usados e o tratamento imposto pela Microsoft no Xbox One. Questionado sobre a sua posição perante a possibilidade de vender jogos usados ou de ter que pagar uma comissão, Miyamoto preferiu destacar os jogos ilegais.
"Para nós é menos sobre os jogos usados e mais sobre cópias ilegais que nos preocupam mesmo. Ao criar os jogos que criamos e vendemos, isso nos permite criar novas versões desses jogos. Estamos preocupados com a pirataria e acho que os jogos usados são outra história."
"Da nossa perspectiva, queremos criar um jogo que as pessoas vão querer guardar e continuar a jogar por muito tempo. É essa a abordagem que sempre tomamos e é a melhor forma de evitar jogos usados."
Shigeru Miyamoto também abordou um dos assuntos "quentes" da indústria nestes dias, a venda de jogos usados e o tratamento imposto pela Microsoft no Xbox One. Questionado sobre a sua posição perante a possibilidade de vender jogos usados ou de ter que pagar uma comissão, Miyamoto preferiu destacar os jogos ilegais.
"Para nós é menos sobre os jogos usados e mais sobre cópias ilegais que nos preocupam mesmo. Ao criar os jogos que criamos e vendemos, isso nos permite criar novas versões desses jogos. Estamos preocupados com a pirataria e acho que os jogos usados são outra história."
"Da nossa perspectiva, queremos criar um jogo que as pessoas vão querer guardar e continuar a jogar por muito tempo. É essa a abordagem que sempre tomamos e é a melhor forma de evitar jogos usados."