Quando desenhou a arquitetura do Xbox One, a Microsoft reservou algum
poder de processamento para o Kinect, pois ele era uma parte integral da experiência. Mas agora que a
Microsoft oficializou o Xbox One sem o Kinect, esse poder de
processamento ficará livre, pelo menos quando o dispositivo não estiver
sendo usado.
Ao ser entrevistado pelo site Polygon, Yusuf Mehdi, vice-presidente de dispositivos e estúdios da Microsoft, admitiu que já estão conversando com as editoras para discutir o que poderá ser feito com este poder extra, assegurando que "teremos mais para falar sobre isso em breve".
Mehdi disse ainda que a decisão de remover a obrigatoriedade do Kinect é uma decisão que não prejudicará a criação de experiências para o dispositivo, argumentando que haverá maior equilíbrio entre os objetivos.
"Estamos trabalhando com os nossos produtores e editoras há algum tempo para tentar equilibrar os dois objetivos. Um deles é a acessibilidade do Kinect, o outro o desejo dos consumidores para comprar o Xbox One. Eles querem ambos, a maior audiência de jogadores e as melhores funcionalidades". O Xbox One sem Kinect começará a ser vendido dia 9 de junho.