E não é só gore por gore. O diretor da franquia, Tymon Smektała, disse que o objetivo é transmitir a sensação de lutar desesperadamente pela sobrevivência e pela sede de vingança de Kyle. O horror agora não é apenas visual - tem também aquele toque psicológico que mexe com a cabeça. “Uma coisa é ver a barra de vida caindo. Outra é ver sua pele derretendo do osso… É assim que começam os pesadelos!”, comentou.
Segundo Nathan Lemaire, diretor do título, o segredo para esse salto de brutalidade está na reformulação do sistema de dano:
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O dobro de pontos (“Gore-Nodes”) onde o jogador pode causar ferimentos.
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Machucados visíveis acumulando no inimigo.
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Ataques mais precisos, em que ângulo e trajetória influenciam como e onde o golpe acerta.
O resultado? Combos sangrentos praticamente ilimitados e finishers que triplicam o nível de violência em relação ao jogo anterior.
Para chegar nesse realismo nojento, o time de arte fez uma pesquisa intensa (o histórico do navegador deles provavelmente tá na watchlist de algum órgão federal). A diretora de arte Katarzyna Tarnacka-Polito contou que nada pronto no mercado entregava o efeito que queriam para respingos de sangue, então… compraram litros de sangue falso e filmaram com um ator para capturar cada detalhe.
Agora, faltando sete semanas para o lançamento, a Techland está lapidando ainda mais o jogo para deixá-lo no ponto. Prepare-se para um espetáculo de horror e carnificina no dia 19 de setembro, quando Dying Light: The Beast chega para PC, PS5, PS5 Pro e Xbox Series X/S.
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