O polêmico debate sobre o modelo de assinatura do Xbox Game Pass ganhou um novo capítulo - e dessa vez quem falou foi ninguém menos que Shawn Layden, ex-presidente da Sony Worldwide Studios. Em entrevista ao GameIndustry.Biz, Layden foi direto ao ponto: para ele, o serviço “não cria valor” e acaba transformando desenvolvedores em “wage slaves” (algo como “escravos assalariados”).
Segundo Layden, a grande questão nem é se o Game Pass é lucrativo ou não para a Microsoft - já que, nas palavras dele, qualquer empresa pode “fazer malabarismo contábil” para mostrar lucro. O ponto principal seria: o Game Pass é saudável para o desenvolvedor?
Ele explica que, no modelo tradicional, o jogo é lançado, disputa espaço no mercado, e aí vem o lucro e possíveis bonificações pelo desempenho. Já no Game Pass, o raciocínio é diferente: “Você me paga X dólares por hora, eu faço um jogo pra você, e pronto - vai para o seu servidor.” Para Layden, isso não é algo inspirador para quem cria games.
Enquanto isso, o Game Pass continua expandindo. A primeira leva de jogos de agosto de 2025 já foi revelada e traz nomes como Assassin’s Creed Mirage. Ah, e a presidente da Xbox, Sarah Bond, agora também faz parte do conselho de diretores da Tyson Foods - sem deixar o cargo na Microsoft.
E você? Acha que Layden tem razão ou o Game Pass é uma boa para os estúdios?
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