
O grupo de manifestantes, que se identifica como “No Azure for Apartheid”, ocupou a praça principal da sede da Microsoft. A ação começou de forma pacífica, mas no segundo dia a situação escalou: a Polícia de Redmond alega que alguns manifestantes vandalizaram placas com tinta vermelha, ergueram barreiras improvisadas usando cadeiras e mesas retiradas do local e tentaram bloquear passagens de pedestres.
Com isso, a polícia decidiu intervir, resultando em mais prisões e acusações de conduta agressiva. Ainda assim, de acordo com os próprios participantes, a mobilização reuniu tanto funcionários quanto ex-funcionários da Microsoft, todos com o mesmo objetivo: pressionar a empresa a cortar laços com Israel.
O grupo critica diretamente os contratos que, segundo eles, dariam suporte tecnológico às forças israelenses no conflito contra o Hamas.
Essa não é a primeira vez que empresas de tecnologia entram no radar de movimentos ativistas por contratos militares ou governamentais - mas o caso ganha ainda mais peso por envolver funcionários da própria Microsoft, colocando a companhia em uma situação delicada entre negócios, política e opinião pública.
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