John Carpenter’s Toxic Commando traz frescor ao gênero Left 4 Dead, mas tem alguns tropeços !!

O gênero dos “Left4Deadalikes” já viu muita coisa passar: alguns jogos tentaram, poucos ficaram, e muitos foram esquecidos mais rápido do que respawn em server lotado. Quem lembra de Back 4 Blood? E o recém-lançado FBC Firebreak, que já nasceu meio encalhado? Pois é… Mas aí chega John Carpenter’s Toxic Commando, tentando injetar vida (ou melhor, morte) nesse estilo de game.
 
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O estúdio por trás de World War Z e Space Marine 2 pegou tudo que aprendeu e adicionou um tempero inesperado: liberdade de exploração + carros estilo MudRunner. Nada de corredores lineares com hordas programadas - aqui você pode dirigir pelo mapa, caçar loot, escolher rotas e decidir se vale o risco enfrentar mil zumbis extras por um upgrade.

 

E mano… atropelar hordas inteiras de zumbis com veículos é de um prazer absurdo. Ambulância que cura, viatura que explode, HMV com metralhadora e guincho pra sair do lamaçal - tudo direto de um filme trash dos anos 80, com direito a explosões, tripas voando e aquela catarse que só videogame sabe entregar.

Claro, nem tudo brilha. Os personagens são bem genéricos (longe de terem o carisma de um Louis gritando “Grabbin’ pills!” em Left 4 Dead), e o grind dos cosméticos/currency pode afastar quem não curte rejogar só pra liberar skin. Além disso, o nome dá um nó na cabeça: se são quatro “Toxic Commandos”, por que o título é no singular? Mistério digno de Kojima.

No fim, Toxic Commando não vai revolucionar o gênero, mas entrega exatamente o que promete: diversão caótica em co-op, muito sangue digital e gargalhadas no Discord enquanto você e os amigos atropelam zumbis sem dó. Talvez não valha grindar até a última skin, mas com certeza vale uma campanha inteira na companhia certa.

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