Microsoft financia Take Us North, jogo que coloca jogador como coiote em travessia ilegal da fronteira !!

A Microsoft voltou a se meter em política - e dessa vez a confusão veio em forma de videogame. A empresa está financiando Take Us North, projeto da Anima Interactive que coloca o jogador na pele de um “guía” (basicamente um coiote) responsável por levar migrantes ilegalmente do México para os EUA.
 
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O estúdio se define como “socialmente consciente” e afirma que o game é uma forma de mostrar a “humanidade e resiliência” dos migrantes. Inspirado em relatos reais de pessoas que cruzaram fronteiras, o título é vendido como uma “máquina de empatia”.

Na prática, o jogador assume o papel de um coiote - termo usado para descrever os contrabandistas que, na vida real, lucram com o tráfico humano, muitas vezes ligados a cartéis, exploração e práticas mortais.

O envolvimento da Microsoft

O jogo recebeu apoio inicial pelo ID@Xbox Developer Acceleration Program, projeto que financia indies. Além disso, a Anima Interactive abriu um Kickstarter para manter o desenvolvimento. Essa ligação com a Microsoft gerou forte reação negativa, já que, na visão de críticos, a empresa está ajudando a financiar uma narrativa que transforma criminosos em heróis.

Reação do público

Até agora, o interesse parece baixo: o trailer oficial no YouTube soma apenas 3.500 visualizações, com mais dislikes do que likes, e o canal do estúdio tem apenas 61 inscritos. A situação ganhou ainda mais holofote quando Elon Musk comentou a polêmica após o ex-Blizzard Mark Kern criticar o projeto. Musk resumiu sua opinião em uma única palavra: “Weird” (“estranho”).

O perigo de romantizar coiotes

Na vida real, coiotes costumam explorar migrantes, abandoná-los em travessias e colocá-los em situações letais. Transformar esse papel em protagonista de uma jornada “emocionante” levanta preocupações sobre normalizar o crime e apagar o lado violento do tráfico humano.

A questão central

A Anima Interactive deixa claro que seu objetivo vai além de contar histórias - trata-se de ativismo político. Mas fica a dúvida: deveria a Microsoft financiar um projeto que enaltece travessias ilegais e minimiza a realidade brutal do contrabando humano?

O estúdio assume abertamente sua militância e seu desejo de desafiar o status quo. Em seu site e materiais promocionais, enfatiza que sua equipe é composta por mais de "60% de pessoas negras, indígenas e indígenas (BIPOC) e mais de 60% de mulheres/não binárias" - mas será que a Microsoft deveria botar dinheiro num jogo assim?

E aí, o que você acha?

Take Us North pode ser visto como uma tentativa de criar empatia ou como uma romantização perigosa. O que você acha da Microsoft estar financiando esse projeto?

Conta aí nos comentários - essa treta ainda vai dar muito o que falar.

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