Nos trailers e teasers divulgados, o combate está muito mais presente e intenso do que no remake de Silent Hill 2. Isso despertou um misto de empolgação e receio entre os fãs: por um lado, a ideia de um gameplay mais desafiador e moderno pode atrair novos jogadores; por outro, muitos se perguntam se Silent Hill não está se afastando demais das suas raízes focadas em terror psicológico, narrativa e atmosfera.
Alguns pontos de preocupação:
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Inimigos que mal reagem aos ataques
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Armas com durabilidade limitada
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Chefes com design e mecânicas que lembram Soulsborne
Muita gente teme que essas escolhas incentivem a evitação de combate, para poupar recursos preciosos - o que pode deixar a exploração mais frustrante do que tensa.
Não é a primeira vez que a franquia faz isso…
Apesar das críticas, vale lembrar que o uso de armas que se deterioram já esteve presente em Silent Hill 4: The Room e Silent Hill Origins. A diferença é que agora o combate parece ter um papel muito mais central.
Desenvolvido pela Neobards Entertainment, com história escrita por Ryukishi07 (autor de When They Cry) e criaturas criadas por Kera, Silent Hill f se passa na cidade fictícia de Ebisugaoka, inspirada em Kanayama, Japão, nos anos 1960. A protagonista, Shimizu Hinako, vê sua cidade natal ser engolida por névoa e horrores - e precisará explorar, resolver puzzles e tomar decisões difíceis para sobreviver.
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