Em entrevista ao ComicBook, Christian Buhl, diretor técnico da Ripple Effect, explicou que a decisão foi totalmente intencional e tomada ainda no início da produção:
“Não, não teremos ray tracing no lançamento, e não temos planos para o futuro próximo também.
Foi uma decisão focada em desempenho. Queríamos garantir que o jogo estivesse o mais otimizado possível para os usuários padrão.”
Ou seja: nem a campanha, nem o multiplayer, nem o modo battle royale vão contar com a tecnologia quando o game for lançado em 20 de outubro.
Buhl reforçou que a equipe preferiu priorizar a performance e a estabilidade geral, ao invés de investir tempo e recursos em algo que, apesar de bonito, não seria essencial para a maioria dos jogadores.
E cá entre nós: mesmo sem ray tracing, Battlefield 6 já impressiona com destruição em larga escala, visuais caprichados e aquela adrenalina de combate que virou marca registrada da franquia. Ainda assim, não dá pra negar que muitos fãs gostariam de ver o jogo brilhando no máximo com os reflexos realistas da tecnologia.
👉 E você, ficou decepcionado com a ausência do ray tracing ou acha que a decisão da EA faz sentido?
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