A novela envolvendo a Sega Europe e os misteriosos kits de desenvolvimento e consoles da Nintendo ganhou um novo capítulo - e ainda mais polêmico.
De acordo com novas evidências reveladas pelo site Time Extension, a empresa contratada pela Sega para limpar seus escritórios em Brentford, no Reino Unido, era na verdade uma organização de caridade registrada.
👉 Relembrando o caso:
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A Sega contratou uma firma para realizar a mudança e limpeza de seu antigo escritório.
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Essa empresa teria vendido parte dos itens - incluindo dev kits e até jogos não lançados - a um comerciante especializado em colecionáveis de escritório.
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Posteriormente, a Sega acusou o comerciante de estar com bens que “não pertenciam a ele” e acionou a polícia.
A situação escalou a ponto de mandados de busca permitirem que Sega Europe e sua contratada de investigação privada, a Fusion85 Ltd, participassem de uma batida policial na casa do comerciante, durante a madrugada.
💥 O detalhe bombástico:
Com a revelação de que a firma responsável pela limpeza era uma instituição de caridade, a narrativa muda bastante. Afinal, se os itens foram realmente entregues a ela de forma legal no processo de descarte, a acusação de “roubo” feita pela Sega teria sido direcionada, indiretamente, contra uma organização beneficente.
📌 Até o momento, nem a Sega, nem a City of London Police se pronunciaram sobre o fato de não terem feito contato direto com a caridade envolvida - algo que gera ainda mais dúvidas sobre a legitimidade da acusação.
Essa história está longe de acabar, e cada novo detalhe só deixa a situação mais delicada para a imagem da Sega no Reino Unido.
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