Erosion é anunciado para PS5, Xbox Series e PC - um roguelike de Velho Oeste pós-apocalíptico que brinca com o tempo !!

A cena indie ganhou um anúncio daqueles que já chega chamando atenção. A Lyrical Games se uniu ao estúdio Plot Twist - o mesmo de The Last Case of Benedict Fox - para revelar Erosion, um roguelike de ação em mundo aberto ambientado em um Velho Oeste pós-apocalíptico cheio de caos, escolhas e… viagens no tempo. Ou melhor, “saltos temporais” causados pela própria morte do jogador.

 

O jogo chega primeiro em Acesso Antecipado na primavera de 2026, para Xbox Series e PC (Steam e Microsoft Store), com lançamento completo previsto para PS5, Xbox Series e PC ainda em 2026.

Um Velho Oeste onde morrer significa perder anos

No anúncio oficial, Tomasz Gawlikowski, CEO da Plot Twist, explicou que a essência do estúdio sempre foi criar experiências fortes em narrativa, sem abrir mão de gameplay marcante. E Erosion parece levar isso ao extremo:

“Sempre que você morre nos combates frenéticos de Erosion, você volta… mas anos se passaram no mundo. Isso dá peso emocional à história e torna salvar sua filha algo ainda mais intenso”, afirmou Gawlikowski.

Já Blake Rochkind, da Lyrical Games, comentou que o projeto chamou atenção pela visão ousada e pelo estilo único:

“Quando entendemos o escopo da experiência que eles queriam criar - junto com o visual incrível e o tom singular - sabíamos que precisávamos apoiar.”

História: o Pillar está devorando o mundo

Em Erosion, você vive num futuro distante dominado por uma formação rochosa senciente chamada Pillar - uma espécie de entidade colossal que vai consumindo civilizações pouco a pouco. Para salvar sua filha, o protagonista precisa descer cada vez mais fundo no Pillar, enfrentando dungeons caóticas, totalmente destrutíveis, onde cada tentativa, cada decisão e cada morte alteram o rumo da história.

Morreu? Volta. Mas dez anos se passaram lá fora.
Aquela fazendinha pacífica? Agora virou um culto maluco dedicado ao “Grande Galo Ancestral”.
Ajudou um mercador? Ele pode ter virado um magnata anos depois.
Ou um vilão.
Ou nada disso.

As linhas do tempo se moldam às suas decisões - e ao seu fracasso.

Erosion mistura elementos de roguelite, mundo aberto, narrativa reativa e destruição avançada. Um prato cheio pra quem curte jogos imprevisíveis. Aqui vai um resumão das features:

⭐ Experimente todos os futuros possíveis

  • Morreu na dungeon? Acorda dez anos depois.

  • Fações, cidades e personagens mudam com o passar das décadas.

  • Você pode, eventualmente, dominar totalmente a manipulação temporal e reescrever futuros inteiros.


⭐ Mundo aberto cheio de caos no “Velho Oeste Pós-Apocalíptico”

  • Enorme overworld para explorar.

  • Entre para um culto, roube veículos, aposte no Al Cashino, faça duelos, pesque criaturas da areia, cace recompensas.

  • Quests liberam upgrades permanentes e podem mudar o destino de regiões inteiras.


⭐ Equipamentos absurdos e centenas de combinações

  • Arco ritual que usa seu sangue.

  • Smart guns que perseguem alvos.

  • E a lendária Ebony Rooster, que dispara ovos quicantes (!).

  • Mais de 100 skills e modificadores para criar builds malucas.

  • Exército de gatos? Sim.

  • Clones? Também.

  • Turrets orbitais? Por que não.


⭐ Destruição voxel de verdade

  • Cada cenário pode ser explodido, perfurado e transformado em destroços.

  • Cobertura temporária, física insana e combate estilo bullet-hell.

  • Derrube paredes, abra rotas novas, transforme cidades em ruínas… ou só vire a mesa de pôquer mesmo.

O visual estiloso, o humor ácido, o mundo mutável e a mecânica de “morrer = passar décadas” são ingredientes perfeitos para algo realmente diferente no cenário roguelike. Agora é esperar até 2026 pra ver se o Pillar vai mesmo engolir a gente - ou se teremos tempo de salvar quem amamos antes que o mundo seja tragado.

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