A Activision finalmente mexeu no tabuleiro - e foi numa direção que a comunidade há muito cobrava. A publisher confirmou que Call of Duty não terá mais lançamentos back-to-back da mesma sub-franquia, como Modern Warfare seguido de Modern Warfare, ou Black Ops atrás de Black Ops. Parece básico, né? Mas só quem acompanha COD sabe o quanto isso vinha desgastando o público.
A revelação veio num novo comunicado da companhia, que reconhece abertamente aquilo que a galera já sentia há tempo: o jogo não estava entregando o que os fãs esperavam, especialmente após o que fontes classificaram como um lançamento “difícil” de Black Ops 7.
“Sabemos que, para alguns de vocês, a franquia não atendeu totalmente às expectativas”, diz o texto. “Seja claro: sabemos o que vocês esperam, e vamos entregar - e superar - daqui pra frente.”
A mensagem é forte. É rara. E, honestamente, necessária.
Mas aí vem a parte curiosa: mesmo admitindo falhas e prometendo mudanças profundas, a Activision reforça que Call of Duty seguirá como franquia anual. Ou seja, todo ano vai ter jogo - mas, segundo eles, com experiências “absolutamente únicas” entre si. Nada de repetir subtítulo ou vibe em sequências tão próximas.
Os detalhes do que vem aí ainda estão guardados, mas o tom é de “novo começo”. Eles fecham o comunicado praticamente dizendo que é o início de uma nova era:
“O futuro de Call of Duty é muito forte e acreditamos que nossos melhores dias ainda estão pela frente [...]. Estamos construindo a próxima era da franquia.”
No fim das contas, fica aquela pergunta sincera que já circula pela comunidade há anos:
será que COD deveria continuar sendo anual?
A Activision acha que sim.
Os jogadores… nem sempre.
E você, o que acha? Break anual resolve? Ou tá na hora de COD respirar mais entre um lançamento e outro?
Postar um comentário