A 11 bit studios e o time criativo da The Outer Zone finalmente bateram o martelo: Death Howl chega ao PS5, Xbox Series e Switch em 19 de fevereiro de 2026. A data vem logo após o lançamento no PC (9 de dezembro), e com um detalhe bem gostoso pra quem vive trocando de plataforma: o jogo também estará no Game Pass no mesmo dia.
E assim, sem fazer barulho, esse Soulslike deckbuilder - que mais parece um soco emocional embalado em clima tribal, espiritual e brutal - vai ficando cada vez mais interessante.
Em Death Howl, você vive Ro, uma mãe de uma tribo xamânica que se recusa a aceitar o destino trágico do próprio filho. Movida por puro desespero, ela atravessa a fronteira entre os mundos e desce ao plano espiritual, onde tudo é estranho, agressivo e hostil.
Aqui, nada é gratuito: cada passo cobra um preço.
Cada inimigo exige estudo.
Cada vitória parece arrancada à unha.
O jogo é minimalista no visual, mas pesado no tema. Não tem firula, não tem distração - é você, a dor, e um mundo espiritual que não está exatamente feliz com a sua presença.
Mesmo trazendo aquela estrutura clássica dos Souls (descanso que repopula inimigos, aprendizado pela derrota, leitura de padrões), Death Howl dá uma bela virada na fórmula ao colocar:
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Combate tático em grade
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Construção de deck com cartas ativas e passivas
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Exploração estilo action-RPG por biomas sombrios
A cada nova região, você encontra novos espíritos, novas mecânicas, novas habilidades… e principalmente, novas cartas para refinar seu estilo de jogo. O deck vira a alma da estratégia - e cada espírito derrotado fortalece Ro nessa guerra silenciosa entre luto e sobrevivência.
Ro vai conseguir quebrar o ciclo?
Ela vai recuperar o que perdeu?
Ou o mundo espiritual vai engolir tudo, inclusive ela?
Fevereiro promete respostas - mas talvez não da forma mais confortável.
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