The Relic: First Guardian, novo action RPG de fantasia sombria com fortes inspirações em Soulslike, já tem data marcada para chegar ao mundo. O jogo será lançado em 26 de Maio de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series e PC (Steam), conforme anunciado pela publisher Perp Games em parceria com o estúdio sul-coreano Project Cloud Games. E sim… a proposta aqui é sofrimento, narrativa pesada e muito combate tenso.
Fantasia sombria inspirada no folclore coreano
Um dos grandes diferenciais de The Relic: First Guardian está no seu DNA cultural. O jogo bebe diretamente de lendas e contos do folclore coreano, costurando narrativa, ambientação e combate em um mesmo tecido. Tudo acontece no continente de Arsiltus, um mundo antigo onde cada ruína, criatura e confronto carrega história - mesmo no meio da pancadaria.
A ideia é clara: você não apenas luta… você descobre tragédias esquecidas.
Brutais: 70 chefes, 70 histórias de dor
Prepare o controle (e o psicológico). O jogo contará com 70 chefes gigantes, conhecidos como Brutals, cada um com sua própria história marcada por perda, sofrimento e queda. Derrotar esses inimigos não é só um desafio mecânico. Ao vencer um Brutal, The Last Guardian herda sua história trágica, além de receber itens especiais e upgrades poderosos, fundamentais para seguir avançando.
O combate exige domínio total de:
Diferentes armas
Magias e habilidades únicas
Gestão precisa de stamina
Defesa e esquiva calculadas no milímetro
Aqui, cada erro custa caro.
Progressão guiada pela exploração
Nada de progresso automático ou mapas mastigados. Em The Relic: First Guardian, a evolução vem da exploração. Fragmentos espalhados pelo mundo desbloqueiam novas habilidades, armaduras e armas. Isso significa vasculhar tudo:
Ambientes abertos
Masmorras escondidas
Caminhos opcionais
Segredos fora da rota principal
Se você gosta daquele sentimento de “tem algo aqui que ninguém me contou”, esse jogo parece falar direto com você
Um Soulslike com identidade própria
Apesar das comparações inevitáveis com Soulslike, The Relic: First Guardian aposta em identidade própria, misturando mitologia coreana, narrativa ambiental forte e um sistema de progressão que recompensa curiosidade tanto quanto habilidade.
Se cumprir o que promete, pode facilmente se tornar um dos RPGs mais interessantes de 2026.
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