Final Fantasy VII Remake Parte 3 já tem título definido, confirma Diretor !!

Depois de anos de teorias, especulações e apostas de fãs, finalmente temos uma confirmação oficial: o título da Parte 3 de Final Fantasy VII Remake já foi decidido. A informação veio diretamente de Naoki Hamaguchi, diretor de Final Fantasy VII Rebirth, em uma nova entrevista. Segundo ele, o nome do capítulo final da trilogia foi escolhido pelo diretor criativo Tetsuya Nomura logo após a Paris Games Week.

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“Nós tínhamos reduzido a escolha a dois nomes. A decisão final ficou com o Nomura, e sim, depois de voltarmos da Paris Games Week, ele escolheu um. O título está oficialmente definido.”

O detalhe curioso? O nome ainda não foi revelado publicamente - mas o simples fato de estar “trancado” já diz muito sobre o estágio do projeto.

A lógica dos títulos continua

Desde o início, a trilogia nunca tratou “remake” apenas como uma reconstrução técnica. Remake brinca com o conceito de destino sendo reescrito. Rebirth amplia essa ideia, mostrando um mundo moldado pelas interferências de Sephiroth. Então é natural esperar que o terceiro jogo siga essa mesma linha conceitual, fechando a trilogia com um título que dialogue com esse meta-discurso sobre destino, escolhas e consequências.

Seja qual for o nome, ele já existe - e foi aprovado pela mente que sempre ditou o tom mais ousado do projeto.

Hamaguchi está atualmente em Nova York promovendo Final Fantasy VII Remake Intergrade no Switch 2, versão que, segundo ele, rodou de forma mais tranquila do que muitos imaginavam - embora o foco principal tenha sido garantir estabilidade de frame rate. O mesmo desafio está sendo enfrentado com Rebirth no Switch 2, que já está funcional no hardware, mas ainda passa por ajustes finos de desempenho.

Outro ponto importante: apesar de o Unreal Engine 5 já estar disponível há anos, o capítulo final da trilogia continuará sendo desenvolvido no Unreal Engine 4.

“Fizemos muitas modificações no UE4 para atender às nossas necessidades. Usar algo que já dominamos acaba sendo mais eficiente do que migrar tudo.”

Ou seja: menos riscos, mais controle.

Hamaguchi também comentou a crescente discussão sobre IA generativa, especialmente após a Square Enix revelar planos de automatizar até 70% dos processos de QA e debug até 2027. O diretor deixou claro que não vê IA como ferramenta criativa, mas sim operacional.

“Não uso IA para criar ideias. Uso como uma ferramenta para reduzir tarefas repetitivas e dar mais espaço criativo às pessoas.”

Segundo ele, atividades extremamente repetitivas, como checagem de colisão, podem ser automatizadas para reduzir o desgaste humano - com alertas sendo enviados aos desenvolvedores quando algo foge do padrão.

Dez anos depois, o foco é concluir

2025 marcou 10 anos desde o início do desenvolvimento da trilogia. Perguntado se a equipe está ansiosa para seguir em frente ou saboreando os momentos finais, Hamaguchi foi honesto.

“Seria mentira dizer que nunca pensei ‘ainda tem mais coisa pela frente’. Mas agora não há hesitação. Estamos totalmente focados em concluir essa história.”

E dá pra sentir isso. Tudo indica que a Square Enix está tratando o encerramento de Final Fantasy VII Remake não só como o fim de uma trilogia, mas como um momento histórico para a franquia. Agora resta a pergunta que ecoa em Midgar, Nibelheim e no coração dos fãs: quando veremos esse nome finalmente revelado?

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