Funcionário da Ubisoft diz que foi suspenso sem salário após criticar política de retorno ao escritório !!

Um clima pesado está se formando dentro da Ubisoft. Um funcionário veterano da empresa afirma ter sido punido com suspensão disciplinar sem pagamento depois de criticar publicamente a nova política de retorno obrigatório ao escritório. O caso ganhou força nas redes sociais e reacendeu um debate que já estava fervendo nos bastidores da indústria.

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Um desenvolvedor de 13 anos… silenciado?

O nome por trás da denúncia é David Michaud-Cromp, funcionário da Ubisoft há mais de 13 anos. Em uma postagem no LinkedIn, ele afirmou que foi notificado pela empresa de que receberia uma suspensão disciplinar de três dias sem remuneração, começando já no dia seguinte à publicação.

Segundo David, o motivo teria sido seus comentários públicos sobre a decisão da Ubisoft de exigir retorno presencial de cinco dias por semana, além de um suposto “descumprimento do dever de lealdade”.

Sim. Lealdade.

O comentário que teria causado tudo

Depois que a Ubisoft anunciou o retorno integral ao escritório, algo que fontes internas dizem ser extremamente impopular entre os funcionários, David resolveu se manifestar:

“Então… a Ubisoft quer trazer de volta cinco dias no escritório… porque eles ‘acreditam em colaboração’… mas vamos lá, a gente não é completamente burro… a gente sabe muito bem por que vocês querem isso.”

Foi isso. Nenhum vazamento. Nenhum xingamento. Nenhuma ameaça. Apenas frustração. Dias depois, segundo ele, veio a punição. Até o momento, a Ubisoft não respondeu oficialmente. Prometemos atualizar a matéria caso haja uma posição oficial. Mas o silêncio, por enquanto, só aumenta o peso da história.

Por que isso é um problema muito maior do que parece

Esse caso não é só sobre um comentário no LinkedIn. Ele toca em três nervos expostos da indústria:

🏢 1. O retorno forçado ao escritório

Após anos provando que trabalho remoto funciona, muitas publishers estão tentando puxar todo mundo de volta. Não por produtividade. Mas por controle, cultura corporativa e até contratos imobiliários.

🗣️ 2. Liberdade de expressão do funcionário

Até que ponto um funcionário pode expressar frustração pública sem ser punido?
Criticar decisões internas virou agora “falta de lealdade”?

⚖️ 3. O medo de falar

Quando uma empresa pune um veterano de 13 anos por um comentário público, a mensagem enviada para os outros funcionários é clara:
“Fique quieto.”

O efeito nos estúdios e nos jogos

E aqui entra algo que o público às vezes esquece: jogos são feitos por pessoas. Clima interno ruim, medo de punição, tensão constante… tudo isso vaza para os projetos. Vira atraso, rotatividade, burnout e jogos que nunca atingem seu potencial. A Ubisoft já vem enfrentando problemas criativos, cancelamentos, atrasos e quedas de confiança. Esse tipo de postura só adiciona mais rachaduras no casco.

O que você acha?

Punir um funcionário por expressar frustração sobre condições de trabalho é justo? Ou estamos vendo mais um caso de empresa grande usando seu peso para calar quem trabalha lá dentro? Essa história ainda vai render.

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