Depois de um ano em Acesso Antecipado lapidando sistemas, ouvindo a comunidade e ajustando o fio das lâminas, Dragonkin: The Banished já tem data para sua versão completa: 19 de março. O action RPG hack-and-slash chega oficialmente ao PlayStation 5, Xbox Series e PC. O lançamento marca a virada para a versão 1.0 do projeto da Nacon com a Eko Software, trazendo um pacote bem mais robusto de conteúdo comparado ao início do Early Access.
A jornada que antes cobria só o começo da campanha agora se expande para quatro capítulos completos, com novos biomas, inimigos inéditos e mais variedade de desafios. Traduzindo: menos corredor, mais mundo corrompido para limpar no aço e na magia.
O jogo coloca você no papel de caçadores de dragões tentando libertar a humanidade de forças dracônicas que transformaram o cenário num caos escamado. Cada herói tem estilo próprio e é acompanhado por um companheiro dragão, que não é enfeite de ombro. Ele entra na equação com bônus passivos e habilidades ativas que mudam o ritmo das lutas.
O coração do sistema de builds é a chamada Ancestral Grid, uma mecânica de progressão em formato de quebra-cabeça. As habilidades são encaixadas como peças, criando sinergias e combinações que permitem ajustar o personagem quase como quem monta um circuito de poder. Para quem gosta de theorycraft, é prato cheio com tempero extra.
Além da campanha principal, a versão final promete conteúdo de endgame mais parrudo, batalhas épicas e a cidade de Montescail funcionando como hub estratégico, com serviços e sistemas que ajudam a refinar sua build antes de voltar para o campo de batalha.
Se você curte ação estilo cortar, explodir, otimizar build e repetir com gosto, esse aqui entra fácil no radar de março.
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