A situação no estúdio Build a Rocket Boy continua turbulenta. A empresa, conhecida por lançar MindsEye, anunciou uma nova rodada de demissões, classificada pela liderança como uma decisão “profundamente dolorosa”. O comunicado foi publicado no LinkedIn com uma mensagem do co-CEO Mark Gerhard.

Estúdio volta a falar em sabotagem
No comunicado, Gerhard voltou a afirmar que o lançamento de MindsEye teria sido prejudicado por “espionagem organizada” e sabotagem corporativa. Segundo ele, o estúdio está trabalhando com parceiros externos e consultores jurídicos para investigar o que chamou de “atividade criminosa”.
O executivo afirmou que:
- o caso estaria caminhando para processos judiciais
- detalhes não podem ser divulgados publicamente por enquanto
A declaração reforça comentários feitos anteriormente dentro da empresa.
Alegação envolve “grande empresa americana”
Em fevereiro, relatos indicaram que Gerhard disse a funcionários que a empresa teria identificado os responsáveis por uma campanha contra o jogo. Segundo ele, uma “grande empresa americana” teria gasto mais de €1 milhão em uma campanha de difamação contra MindsEye em 2025.
Até agora, nenhum nome foi divulgado publicamente.
Impacto do lançamento continua
Apesar das investigações citadas pela liderança, o estúdio afirma que segue trabalhando para evoluir o jogo. Ainda assim, os problemas enfrentados no lançamento tiveram impacto prolongado na empresa, levando às novas demissões.
No comunicado, Gerhard agradeceu aos funcionários afetados e afirmou que a empresa pretende ajudá-los a encontrar novas oportunidades na indústria.
2026 segue marcado por demissões na indústria
A notícia chega em um momento em que layoffs continuam frequentes no setor de games. Recentemente, por exemplo, Highguard teve seus servidores encerrados menos de dois meses após o lançamento. Esses casos reforçam um cenário que vem marcando a indústria desde 2023.
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Essa história é uma das mais estranhas da indústria nos últimos tempos. Demissões em estúdios infelizmente viraram algo comum. Mas acusar espionagem corporativa organizada é algo extremamente raro. Se essas alegações realmente forem levadas a tribunal… isso pode virar uma das maiores polêmicas recentes do setor.
Por enquanto, tudo ainda está no campo das declarações. Agora quero saber sua opinião: essa história de sabotagem parece plausível… ou soa mais como tentativa de explicar um lançamento problemático?
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