Três décadas de portas rangendo, munição contada e sustos que grudam na memória. No dia 22 de março, Resident Evil completou 30 anos - e a Capcom aproveitou o momento pra olhar pra trás… e também pra frente.

Uma carta direta para os fãs
Quem puxou a homenagem foi o produtor executivo Jun Takeuchi, com uma mensagem que soa quase como um “obrigado coletivo” depois de décadas de sobrevivência no terror. E não é pra menos. O lançamento recente de Resident Evil Requiem já bateu a marca de 6 milhões de jogadores, se tornando o jogo mais rápido da franquia a atingir esse número.
O retorno às origens
Takeuchi destacou um ponto bem simbólico: Requiem trouxe de volta Raccoon City, o coração da saga. E mais do que isso, tentou equilibrar os dois pilares que sempre dividiram os fãs: horror puro e ação intensa. Dessa vez… juntos no mesmo pacote.

30 anos e ainda evoluindo
Poucas franquias conseguem atravessar tanto tempo sem perder relevância. Resident Evil fez isso mudando quando precisava: reinventando gameplay, alternando entre terror e ação e apostando em remakes de peso. E, principalmente, entendendo quando era hora de voltar às raízes.
Clima SussuWorld 🎮
Resident Evil é tipo aquele veterano que já viu de tudo…sobreviveu a mudanças, a críticas e a reinvenções. E mesmo assim continua firme, abrindo portas que a gente sabe que não devia abrir. Agora manda aí:
🧟 qual Resident Evil marcou mais a sua vida - o clássico raiz ou os mais modernos?
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