Se você piscou achando que a Bloober Team ia descansar depois de Silent Hill 2 Remake… pode esquecer. O estúdio decidiu apertar o passo - e agora está envolvido em sete projetos de terror simultaneamente.

Sim, SETE. E não, isso não é só empolgação. É estratégia.
De um jogo por vez… para um verdadeiro “universo do horror”
A mudança vem com uma nova estrutura interna. O CEO Piotr Babieno deixou claro: depender de um único jogo hoje é arriscado demais. Então o plano é manter duas equipes principais internas, focadas em projetos próprios… enquanto o resto dos títulos ganha vida com apoio externo.
É tipo montar um estúdio com várias camadas núcleo criativo principal, projetos paralelos em co-desenvolvimento e expansão sem perder controle. Na teoria? Genial.
Na prática? Desafio enorme.
Novos nomes pra dar conta do caos (organizado)
Pra segurar essa expansão, a empresa também reforçou a liderança com nomes de peso:
- Thaine Lyman (ex-Activision) como chefe de estúdio
- Katya Baukova (ex-CD Projekt Red) em desenvolvimento de negócios
- Michał Gembicki liderando a área de publishing
Ou seja… não é só quantidade. É estrutura pra bancar isso.
Os jogos já conhecidos (e os que ainda estão no escuro)
Entre os projetos já citados, temos Layers of Fear 3 e Cronos: The New Dawn. E outros ainda envoltos em mistério, incluindo iniciativas ligadas ao selo de co-desenvolvimento Broken Mirror Games. Esse braço externo está ajudando a tocar cinco dos projetos, enquanto o estúdio mantém o controle criativo geral.
Risco vs ambição
A decisão de não ultrapassar duas equipes internas é interessante. Porque mostra que a Bloober quer crescer… mas sem virar uma fábrica descontrolada. Eles mesmos reconhecem o perigo: muita coisa ao mesmo tempo pode afetar qualidade, pode diluir visão criativa e pode gerar projetos inconsistentes.
Então a aposta é equilíbrio. Mas ainda assim… sete jogos é muita coisa.
Clima SussuWorld 🎮
A Bloober tá fazendo algo que poucos estúdios de terror conseguem: parar de ser “um jogo por vez”…e virar uma máquina de horror contínuo. Se der certo, a gente pode entrar numa era onde sempre tem um novo pesadelo chegando.
Se der errado… vira aquele susto que não assusta ninguém.
💭 E aí, xará… tu acha que isso é evolução do estúdio ou risco de perder a mão na qualidade?
Postar um comentário