Essa aqui parece roteiro pronto de plot twist. O diretor do futuro filme de Call of Duty, ninguém menos que Peter Berg, já detonou jogos de guerra no passado… com gosto. E não foi leve.

O que ele disse lá atrás 👀
Em uma entrevista de 2013, Berg soltou o seguinte:
- 👉 chamou jogos de guerra de “patéticos”
- 👉 disse que quem joga por horas é “fraco”
- 👉 criticou o que chamou de “corajoso de teclado”
A única exceção? Militares em serviço, segundo ele.
Contexto importa (e muito)
Na época, Berg estava envolvido com Lone Survivor, um filme com forte pegada militar. Ele chegou a viajar ao Iraque, conviver com Navy SEALs e absorver uma visão mais “real” da guerra
Então, pra ele, jogos pareciam uma versão superficial desse mundo.
Corte rápido para 2028 🎥
Agora o mesmo cara está escrevendo, produzindo e dirigindo o filme de Call of Duty, previsto para 30 de junho de 2028. Parceria entre Activision e Paramount. Sim… a ironia praticamente se escreve sozinha.
Mudança de visão ou pragmatismo?
A grande questão é:
- 👉 ele mudou de opinião?
- 👉 ou só viu uma oportunidade gigante?
Treze anos se passaram. E o mundo dos games mudou junto: Ele é mais narrativo, mais cinematográfico e mais respeitado. Hoje, ignorar esse mercado é praticamente impossível.
A comunidade ficou de olho 👀
Essas falas antigas voltaram à tona… e claro:a galera reagiu. Porque Call of Duty não é só um jogo:
- é cultura
- é competição
- é história pra milhões de jogadores
E ouvir isso de quem vai comandar o filme… pega.
Clima SussuWorld 🎮
Essa situação é tipo aquele chefe final que você já enfrentou antes…só que agora ele tá do seu lado. Pode dar muito certo. Ou pode ser um desastre cinematográfico digno de rage quit. No fim, tudo depende de uma coisa:
👉 ele entendeu o que faz Call of Duty ser tão especial?
💭 E aí, xará… você confiaria esse filme a alguém que já criticou jogos assim ou isso não pesa tanto?
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