Se você sente falta daquele survival horror raiz, com câmera fixa e tensão constante… pode anotar esse nome. Ground Zero já tem data: 16 de Abril para PlayStation 5, Xbox Series, and PC via Steam . E o mais interessante? Ele mistura nostalgia pesada com uma ambientação bem fora do comum.

Um apocalipse diferente do padrão
Esquece cidade americana genérica. Aqui, o caos acontece na Coreia do Sul, mais especificamente em Busan, depois de um impacto de meteoro que simplesmente devastou tudo. Dois meses depois, quando o ar finalmente permite respiração… você entra em cena.
E claro, o que sobrou não é só ruína. Tem coisa viva ali. E não é coisa boa.
Terror com DNA clássico
O jogo abraça sem medo o estilo retrô. Câmeras fixas. Cenários pré-renderizados E controles no estilo tanque (opcional). É praticamente uma carta de amor aos clássicos - aquele terror mais lento, mais tenso, onde cada passo importa.
E isso já muda completamente o clima.
Combate que mistura ação e sobrevivência
Apesar da pegada clássica, o combate não fica preso no passado. Você pode atirar, lutar corpo a corpo, contra-atacar… e quanto mais eficiente for, mais recompensas ganha.
Existe um sistema de progressão que incentiva jogar bem, não só sobreviver.
Exploração com propósito
O cenário também parece ser um dos pontos fortes. De templos a áreas urbanas destruídas, passando por regiões costeiras… tudo com aquele ar de abandono pesado. E no meio disso, você vai juntando pistas pra entender o que realmente aconteceu.
Spoiler: não foi só um meteoro comum.
Criaturas, mutações e chefes gigantes
Os inimigos seguem a linha do grotesco. Mutantes, criaturas deformadas… e chefes que parecem saídos direto de pesadelo. É aquele tipo de jogo que te deixa desconfortável só de andar.
Clima SussuWorld 🎮
Ground Zero parece aquele tipo de experiência que não tenta reinventar tudo… Ele só pega o que já funcionava - e coloca numa ambientação nova, com identidade própria. E às vezes, é exatamente isso que a gente quer.
💭 E aí, xará… tu encara um survival horror raiz desses ou já acostumou com o terror mais “cinematográfico” de hoje?
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