Tem gente que dá voz aos jogos…e tem gente que começa a querer criar o jogo inteiro. Troy Baker, um dos nomes mais icônicos da indústria, revelou que já iniciou conversas para desenvolver seu próprio videogame - e a ambição é clara: contar uma história no mesmo nível dos grandes títulos que ele ajudou a construir.

De protagonista a criador
Se o nome não bateu de primeira, o currículo resolve rápido. Baker é a voz de Joel em The Last of Us, já passou por Uncharted 4: A Thief’s End, Death Stranding 2 e até Indiana Jones and the Great Circle.
Ou seja… o cara viveu de dentro alguns dos jogos mais marcantes dos últimos anos. Agora, ele quer ir além da atuação.
Inspirado por quem criou o próprio caminho
Baker citou como inspiração Abubakar Salim, que saiu da atuação para fundar seu próprio estúdio. E faz sentido. Depois de trabalhar com nomes como Hideo Kojima, Neil Druckmann e Ken Levine, ele absorveu muita coisa sobre narrativa, direção e construção de mundos.
Agora a ideia é pegar tudo isso… e transformar em algo próprio.
Sem pressa - e isso é bom sinal
Um detalhe importante: Baker deixou claro que não quer correr. As conversas já começaram, mas o projeto ainda está em fase inicial, e a prioridade é garantir qualidade. Ele quer que, quando esse jogo existir de verdade, esteja no mesmo nível das experiências que marcaram a indústria.
Nada de projeto apressado.
O desafio de sair do papel
Criar um jogo não é só ter uma boa história. Tem produção, tem design e tem execução. E muitos nomes grandes já tentaram fazer essa transição… nem sempre com sucesso.
Mas Baker tem algo a favor: experiência direta com jogos que realmente funcionaram.
Clima SussuWorld 🎮
Ver alguém como Troy Baker tentando criar seu próprio jogo é interessante por um motivo simples: ele conhece o impacto de uma boa história… porque já viveu várias delas por dentro. Agora a pergunta é: será que ele consegue transformar essa bagagem em algo tão marcante quanto os jogos que ele ajudou a contar?
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