A Ubisoft não está só observando a onda da IA… ela já entrou de cabeça. Novas vagas abertas pela empresa deixam isso bem claro: quem quiser trabalhar em projetos AAA por lá vai precisar estar confortável com ferramentas e modelos de IA generativa.

E não é um “diferencial”. É requisito mesmo.
IA virou parte do kit básico
Em uma das vagas, para Diretor Técnico de Arte em Annecy, a Ubisoft pede familiaridade com ferramentas como MidJourney e ComfyUI, além de modelos como ChatGPT, Claude e outros. Ou seja, não é só usar IA de forma pontual. É integrar isso no fluxo de criação.
Além disso, outra vaga em Paris chama atenção: um cargo focado diretamente em Prompt Specialist, alguém dedicado a explorar como a IA pode influenciar gameplay, narrativa e design.
A pergunta central do time resume bem o momento: o que da IA realmente é divertido de jogar?
A indústria ainda está dividida
Enquanto algumas empresas abraçam a tecnologia, outras ainda pisam com mais cuidado. Tem quem veja a IA como ferramenta pra acelerar produção e tem quem tema impacto na criatividade e nos empregos
A Ubisoft claramente está no grupo que quer explorar até o limite.
O que isso pode mudar nos jogos?
Se bem usada, a IA pode acelerar criação de assets, ajudar em protótipos e expandir possibilidades de gameplay. Mas o ponto sensível continua sendo o mesmo: até onde isso ajuda…e quando começa a substituir o toque humano?
Porque no fim das contas, jogo bom não nasce só de ferramenta.
Clima SussuWorld 🎮
A Ubisoft não está testando IA. Ela já está tratando como parte do futuro do desenvolvimento. E isso levanta uma questão inevitável: a IA vai virar aliada dos devs… ou protagonista demais dentro dos jogos?
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