Satoru Iwata, presidente da Nintendo, reconheceu que enfrentar a pirataria de jogos é uma "batalha sem fim", mas prometeu continuar a combatê-la seriamente para o benefício mútuo dos consumidores e de outras companhias de software.

"Eu reconheço que há [hoje] mais pirataria de software, de dados baixados sem compra, do que alguns anos atrás em muitas das plataformas atuais, incluindo o Nintendo DS", disse o executivo a investidores durante uma recente reunião financeira.
Segundo ele, a pirataria se tornou mais ampla na Europa do que nos EUA, especialmente em países específicos onde há leis contra a pirataria. O modo com que a Nintendo planeja enfrentar o problema é usar medidas legais e tecnológicas, explicou ele, acrescentando que isso "tende a se tornar uma perseguição de gato e rato".
"Como a própria pirataria segue ocultamente, alguém em algum lugar encontra a solução para burlar nossas medidas. Quanto fechamos um buraco de rato, eles já cavaram outro em algum lugar. Reconhecemos que isso é uma batalha sem fim e acreditamos que a melhor medida é manter a luta legalmente e tecnologicamente".
Atualmente, a pirataria segue irrestrita em quase todos os sistemas do mercado - a única exceção é o PlayStation 3. No Brasil, DVDs "alternativos" de jogos de Xbox 360 podem ser encontrados com facilidade nos grandes centros comerciais. Nos portáteis e celulares, sites de bittorrent oferecem jogos por download, que funcionam diretamente de cartões de memória sem a necessidade de cartuchos ou UMDs. No PSP, a Sony tem combatido regularmente essa proliferação com atualizações de firmware. A Nintendo tem feito o mesmo com o Wii.
"Eu reconheço que há [hoje] mais pirataria de software, de dados baixados sem compra, do que alguns anos atrás em muitas das plataformas atuais, incluindo o Nintendo DS", disse o executivo a investidores durante uma recente reunião financeira.
Segundo ele, a pirataria se tornou mais ampla na Europa do que nos EUA, especialmente em países específicos onde há leis contra a pirataria. O modo com que a Nintendo planeja enfrentar o problema é usar medidas legais e tecnológicas, explicou ele, acrescentando que isso "tende a se tornar uma perseguição de gato e rato".
"Como a própria pirataria segue ocultamente, alguém em algum lugar encontra a solução para burlar nossas medidas. Quanto fechamos um buraco de rato, eles já cavaram outro em algum lugar. Reconhecemos que isso é uma batalha sem fim e acreditamos que a melhor medida é manter a luta legalmente e tecnologicamente".
Atualmente, a pirataria segue irrestrita em quase todos os sistemas do mercado - a única exceção é o PlayStation 3. No Brasil, DVDs "alternativos" de jogos de Xbox 360 podem ser encontrados com facilidade nos grandes centros comerciais. Nos portáteis e celulares, sites de bittorrent oferecem jogos por download, que funcionam diretamente de cartões de memória sem a necessidade de cartuchos ou UMDs. No PSP, a Sony tem combatido regularmente essa proliferação com atualizações de firmware. A Nintendo tem feito o mesmo com o Wii.
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