Em entrevista ao Video Games Chronicle, o diretor da franquia, Jonathan Lacaille, explicou que o jogo terá uma pegada mais dinâmica, com missões em movimento constante. Ou seja: nada daquela paciência infinita típica de Hitman. Aqui, o lance é reagir rápido, tomar decisões na hora e improvisar. Claro, isso não quer dizer que o game não terá suas áreas abertas. Algumas fases vão permitir mais liberdade de ação e formas diferentes de completar as missões.
E sim, vai dar pra repetir as fases, como em Hitman. A diferença é que 007 First Light vai te incentivar a explorar rotas e abordagens diferentes, variando entre ação e stealth - do jeitinho que o Bond gosta.
Outra novidade são os sistemas de tiroteios, cobertura e direção de veículos, que estão sendo criados do zero, já que em Hitman essas mecânicas simplesmente não existem. E como não poderia faltar, teremos os gadgets da Q Lab. Eles vão servir tanto pra abrir portas ou hackear câmeras quanto pra criar distrações e virar o jogo em combates.
No lado técnico, o game usa o motor Glacier, o mesmo de Hitman, o que garante que ele rode liso até mesmo na Switch 2.
Por enquanto, o estúdio prometeu revelar o primeiro vídeo de gameplay ainda neste verão. Mas uma coisa é certa: os fãs de Bond e Hitman já têm um motivo pra ficar ligados.
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