
Tudo começou após uma conversa sobre os motores de xadrez Stockfish e AlphaZero, na qual o ChatGPT afirmou com confiança que venceria facilmente o antigo Video Chess do Atari. Caruso decidiu então testar a declaração usando o emulador Stella. O resultado? Um vexame moderno: o chatbot confundiu peças, perdeu o controle do tabuleiro e foi derrotado no nível mais fácil do jogo, mesmo com ajuda humana durante 90 minutos.
E o Copilot? Também fracassou.
Caruso repetiu o teste com o Copilot da Microsoft, que também afirmou poder acompanhar o jogo sem problemas. Mas logo no sétimo turno, a IA já havia perdido dois peões, um cavalo e um bispo, e ainda sugeriu colocar sua rainha diretamente na mira da rainha do Atari. Resultado? Mais uma derrota vergonhosa.
📉 Placar Final:
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Atari Video Chess: 2
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IA Moderna: 0
A crítica vai além do jogo
A experiência levantou uma questão mais profunda: se essas IAs não conseguem vencer um jogo de 4 KB feito há quase 50 anos, como esperar que substituam gerentes, médicos ou engenheiros? Apesar da propaganda, modelos de linguagem como ChatGPT e Copilot não pensam, não aprendem de verdade e não têm memória persistente - apenas preveem palavras com base em padrões.
Até Bill Gates já afirmou que a IA não conseguirá replicar criatividade ou julgamento humano. Mesmo assim, empresas como Microsoft, OpenAI e Google seguem promovendo essas tecnologias como substitutas do trabalho humano, inclusive em cargos de liderança.
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