Ghost of Yotei: Sucker Punch responde às críticas de ser “mais do mesmo” !!

Desde a sua revelação no State of Play, Ghost of Yotei, sequência direta de Ghost of Tsushima, tem enfrentado críticas por parte de fãs e especialistas. Muitos dizem que o game parece ser apenas “mais do mesmo”. Em resposta, os diretores da Sucker Punch, Jason Connell e Nate Fox, explicaram em entrevista ao GameSpot as decisões tomadas no desenvolvimento e como o estúdio buscou equilibrar inovação e continuidade. 
 
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Por que Ghost of Yotei parece tão familiar?

Segundo Connell e Fox, manter uma identidade visual e mecânica próxima de Ghost of Tsushima foi uma escolha consciente. Para eles, abrir mão dos elementos que definiram o sucesso do jogo original – como o visual cinematográfico inspirado em filmes samurais e o combate rápido e preciso – seria perder a essência da franquia.

Mas isso não significa que Ghost of Yotei não traga novidades. O estúdio reforça que buscou evoluir sem distorcer a base que tornou Tsushima um sucesso. 

Principais novidades em Ghost of Yotei

  • Sistema de Memória: permite reviver momentos da infância da protagonista Atsu, criando conexões emocionais mais profundas.
  • Combate reformulado: as posturas deram lugar a novas armas, como o kusarigama, ideal para ataques em área, e lanças para investidas perto de penhascos.
  • Liberdade de exploração: o mapa continua aberto, mas agora com um sistema de orientação sutil, oferecendo dicas sem forçar o jogador a seguir o caminho principal.
  • Melhorias técnicas: usando o poder do PS5 Pro, o estúdio adicionou gráficos em 4K, melhores efeitos de neve, lama e visualização do cenário, sem abandonar o estilo artístico que caracteriza a série.

Uma nova história, com nova alma

Enquanto Ghost of Tsushima explorava o conflito interno de Jin Sakai, um samurai dividindo honra e táticas de guerrilha, Ghost of Yotei traz uma abordagem diferente. Atsu não tem vínculos com códigos de honra - ela é uma mercenária marcada pela solidão e pelo luto, que busca um novo propósito ao lado de personagens inusitados, como seu companheiro lobo, conectado ao espírito selvagem da ilha de Ezo.

Segundo Nate Fox, o tema de “fantasma” ganha nova leitura aqui: “Não estamos apenas continuando a história. Estamos explorando outra faceta do que significa ser um fantasma no Japão feudal.”

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