Stop Killing Games acusa indústria de “jogo sujo” contra campanha na União Europeia !!

A treta tá rolando pesada nos bastidores da preservação de jogos. O Ross Scott, criador do movimento Stop Killing Games, revelou que a iniciativa europeia ligada ao projeto - chamada de Stop Destroying Videogames – foi acusada formalmente (e anonimamente) de violar regras da União Europeia. Segundo ele, a denúncia é uma tentativa da indústria de sabotar o movimento.
 
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Pra contextualizar: a petição oficial do grupo europeu já passou 1.4 milhão de assinaturas, muito além do mínimo exigido pra ser analisada pela União Europeia. O objetivo? Obrigar empresas a garantirem meios de manter seus jogos funcionando, mesmo após desligarem servidores.

Mas aí veio a bomba: alguém acusou o grupo europeu de esconder fontes de financiamento e de burlar regras de transparência, sugerindo que o trabalho do próprio Scott como voluntário equivaleria a uma “contribuição profissional” não declarada. Detalhe: o cara fez tudo de graça e tá longe de ser contratado pra isso. Como ele mesmo disse: “isso teria me matado”.

Apesar do climão, Scott reforça que a campanha segue firme e que o apoio só cresce – incluindo até parlamentares europeus. Pra ele, o que rolou foi um ataque direto da indústria: “agora estão jogando sujo”.

Em resumo: enquanto a Ubisoft, que iniciou toda essa discussão após desligar The Crew, se limita a dizer que “tá tentando equilibrar as coisas”, o Stop Killing Games enfrenta o que parece ser sua primeira grande tentativa de sabotagem nos bastidores.

E a luta pra salvar os jogos continua...

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