Em entrevista ao site Gaming World Media, Vince Zampella - chefão da franquia Battlefield e CEO da Respawn - não mediu palavras:
“É uma corrida armamentista constante. Até o dia em que morrermos, vamos estar lutando contra isso.”
🎯 Kernel-level anti-cheat e o novo “Javelin”
Segundo Zampella, o time da DICE, junto com os outros estúdios envolvidos, está investindo pesado em sistemas anti-cheat. Mas o CEO admite: é uma batalha ingrata. “Você não quer falar muito sobre o que está fazendo, porque isso dá vantagem pra quem tenta burlar o jogo”, disse.
Para dar conta da missão, Battlefield 6 vai estrear o “Javelin Anticheat”, um sistema proprietário da EA com proteção em nível kernel - o mesmo tipo de abordagem usada por títulos como Call of Duty com o Ricochet, por exemplo.
🛡️ A eterna guerra invisível
A comparação com uma corrida armamentista não é exagero. Estúdios e criadores de cheats vivem um jogo de gato e rato em tempo real. Alguns títulos conseguem manter os hackers sob controle. Outros... nem tanto. Basta lembrar os casos recentes em Call of Duty: WWII, que sofreu com uma infestação de hackers após entrar no Game Pass.
Battlefield 6 quer evitar esse tipo de tragédia logo de cara - e a promessa da EA é clara: haverá tolerância zero com trapaças. O Beta Aberto de Battlefield 6 acontece agora em agosto, e será a primeira grande chance de testar o novo sistema anticheat em campo de batalha real. E aí, será que finalmente vamos ter um Battlefield mais limpo?
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