Microsoft quer que o Xbox seja comprado pelo que ele é - e não pelo que “prende” o jogador !!

A Microsoft está mudando a forma como enxerga o próprio Xbox. O foco agora não é mais fazer o público comprar o console por causa de exclusivos, serviços amarrados ou uma loja fechada, mas sim pelo que o hardware pode oferecer por si só.

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Essa ideia vem sendo reforçada há algum tempo por Phil Spencer, chefe da divisão Xbox. Ainda no começo do ano, ele deixou claro que não quer que as pessoas se sintam “obrigadas” a comprar um console por causa de barreiras artificiais.

“Quero que a gente inove e faça do hardware o diferencial. Chegamos a um ponto em que a diferença entre os aparelhos diminuiu, e o que passou a definir cada um foram os jogos bloqueados. Gosto quando vejo portáteis ou coisas únicas que os fabricantes criam. Quero que nosso hardware compita em poder e inovação”, disse Spencer em uma das entrevistas recentes.

Em outra conversa, ele reforçou:

“Quero que as pessoas escolham o hardware com base nas capacidades dele. Queremos vencer com o que o hardware tem de melhor.”

Essa visão deixa claro que o próximo Xbox vai abraçar uma filosofia aberta, com foco em performance, inovação e liberdade - e não em muros.

 

Na verdade, esse caminho começou a ser traçado há bastante tempo. Lá em 2022, a Microsoft já falava em “Open App Store Principles”, um conjunto de princípios para tornar o ecossistema Xbox mais aberto e acessível - o que se alinhava com a compra da Activision Blizzard e toda a visão de futuro da empresa.

Tudo indica que a próxima geração do Xbox não quer ser apenas um console, mas um hardware poderoso dentro de um ecossistema livre, onde o jogador escolhe o que quer jogar, onde quiser jogar.

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