No mais novo episódio do documentário sobre a criação de ARC Raiders, a Embark Studios abriu o jogo de vez sobre a origem do projeto, as mudanças de direção e, principalmente, a visão por trás do PvP - uma visão que, desde o início, tentava evitar que o jogador comum esbarrasse com aqueles famosos tryhards capazes de derreter qualquer um em segundos.
E, sim, o jogo que conhecemos hoje passou por uma metamorfose gigantesca.
Essa mudança veio tanto por necessidade quanto por mercado. E foi aí que o time percebeu que o PvP podia ser um aliado - não um terror.
Balancear para todos, não só para os bons de miraDavid Dixon, diretor de animação da Embark, explicou que o PvP foi abordado com muito cuidado para não afastar jogadores que temem cair contra adversários absurdamente bons.
Ele disse:
“Algumas pessoas não gostam de jogar contra outros humanos porque acabam encontrando tryhards muito, muito bons. Mas se fizermos nosso trabalho direito, você terá algo equilibrado e divertido, mesmo que não seja o melhor em mira ou tiro.”
A ideia central era simples:
mesmo o jogador mais casual deve conseguir se divertir, extrair seus itens e sentir que teve progresso.
Hoje, ainda rolam interações boas, mas com a galera ficando cada vez mais equipada e afiada, o lado colaborativo diminuiu bastante. Faz parte do loop de um extraction shooter, claro. E, convenhamos… ainda está longe do caos absoluto de Escape from Tarkov, onde colaboração é praticamente lenda urbana.
E você, Xará?Curte o PvE de ARC Raiders? Acha que o equilíbrio entre cooperação e confronto está na medida… ou mudaria algo no sistema?
Fala aí nos comentários!
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