Se você ama Resident Evil - aquele amor raiz, de sobrevivência na mansão Spencer e porta abrindo devagar - então presta atenção: um novo documentário sobre o primeiro Biohazard vai ao ar no Japão ainda este mês. E não é qualquer material, não. É conteúdo inédito com entrevistas de peso, direto das mentes que criaram o survival horror que mudou tudo.
O programa, chamado “Legendary Games Chronicle: Biohazard”, será exibido no canal NHK BS4K no dia 29 de novembro de 2025, com reprise no NHK BS em 6 de dezembro. Segundo a Famitsu (via Genki_JPN), o documentário mergulha fundo nos contornos, problemas e viradas de desenvolvimento do Resident Evil original - incluindo ameaças de cancelamento, limitações técnicas e mudanças de direção que moldaram o jogo que conhecemos.
E o melhor: materiais de desenvolvimento nunca mostrados antes estarão no programa, revelando o processo de tentativa e erro que levou a Capcom a redefinir o gênero.
É praticamente uma reunião de lendas:
-
Shinji Mikami – Diretor
-
Tokuro Fujiwara – Produtor
-
Jun Takeuchi – Modelador de personagens
-
Hideki Kamiya – System Planner
-
Kazunori Kadoi – System Planner
-
Yasuhiro Ampo – Engenheiro de software
-
Makoto Tomozawa – Compositor
-
Ken Kutaragi – Ex–VP Executivo da Sony Computer Entertainment
Um time que, sinceramente, dispensa qualquer apresentação pra quem cresceu ouvindo “Jill Sandwich”.
Esse é o segundo episódio da série “Legendary Games Chronicle”. O primeiro, lançado no ano passado, foi sobre Final Fantasy, e chegou até a ter versão em inglês no app NHK World. Por enquanto, ainda não há confirmação de que o documentário de Resident Evil terá o mesmo tratamento global - mas os fãs já estão torcendo (e muito).
Se vier pra cá oficialmente, é o tipo de material histórico que vira referência imediata. E se não vier… bem, você sabe como o fandom é: alguém vai dar um jeito de fazer esse conteúdo circular.
Por enquanto, o hype já tá garantido. Mikami, Kamiya, Fujiwara… todo mundo revisitando o nascimento de um dos maiores clássicos da história. Pode preparar a pipoca - e talvez deixar a luz acesa.
Postar um comentário