Review | Killing Floor 3 é caos, sangue e cooperação levados ao limite !!

Killing Floor 3 não pede licença. Ele abre a porta, joga um balde de sangue no chão e pergunta: "Você está pronto para sobreviver mais uma noite?". A Tripwire Interactive volta ao campo de batalha com um jogo que entende perfeitamente o que a série sempre foi: cooperação intensa, tiroteio pesado e hordas de monstros que não te dão um segundo de descanso.

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Se você já jogou os anteriores, vai se sentir em casa aqui. Se nunca jogou… bom, talvez seja uma recepção meio agressiva, mas é bem sincera.

Aqui, tudo gira em torno da sobrevivência em grupo. Ondas e mais ondas de Zeds invadem o mapa, cada uma mais cruel que a anterior. Não tem espaço para distração. Você olha pro lado, recarrega errado, erra o posicionamento… e pronto, um abraço, virou estatística. Killing Floor 3 exige atenção constante, comunicação e aquele velho instinto de jogador de “segura aí que eu cubro”.

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O combate está mais pesado e visceral do que nunca. As armas têm impacto real, o som dos tiros é satisfatório e o sistema de desmembramento continua sendo aquele espetáculo grotesco. Braços voam, cabeças explodem e corpos se desmontam, tudo isso rolando no meio do caos. É violento? Muito. Mas é exatamente isso que a série sempre prometeu e que sempre cumpriu muito bem.

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Visualmente, o jogo deu um salto. Os cenários são mais escuros, mais densos, mais opressivos. Aqui existe uma sensação constante de ameaça, como se o mapa estivesse vivo e conspirando contra você. A iluminação ajuda a criar tensão, e os efeitos de partículas deixam cada confronto ainda mais intenso. Jogar com fones de ouvido é quase obrigatório. Confiem em mim.

As classes estão de volta com ajustes interessantes, incentivando papéis bem definidos dentro do time. Médico continua sendo o anjo da guarda, o especialista em armas pesadas vira o pilar do grupo, e cada perk tem sua importância real. Jogar sozinho é até possível, mas não é muito recomendável, pois Killing Floor 3 deixa claro que o jogo foi pensado para coop. E é ali que o jogo realmente brilha.

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Mas nem tudo, claro, é perfeito. A dificuldade pode (e vai) assustar quem chega agora, e o ritmo agressivo não perdoa erros. Em alguns momentos, a progressão parece exigir repetição demais, e tem quem sinta falta de mais variedade de mapas logo de cara. Ainda assim, nada disso quebra a experiência central.

No fim, Killing Floor 3 é exatamente o que os fãs querem. Um jogo que não tenta reinventar a roda, mas aperta cada parafuso até ela girar mais rápida, mais violenta e mais intensa. É adrenalina pura, pensada para jogar com amigos, gritar no chat e comemorar quando a última horda cai.

Mas antes que você pense que é só carnificina sem peso, vale mencionar que muitos jogadores sentiram que Killing Floor 3 saiu um pouco cru demais no lançamento. Vários relatos de bugs técnicos, quedas de desempenho, glitches em animações e inimigos, performance instável em certas máquinas e decisões de design que deixaram parte dos fãs coçando a cabeça - inclusive funções que existiam antes, como chat de texto e opções mais tradicionais de servidor, simplesmente sumiram ou mudaram aqui.

A recepção no geral nas reviews foi bem misturada: enquanto muita gente ainda curte o tiroteio visceral divertido e o modo coop, outros disseram que o jogo pareceu menos completo dessa vez e até sofreram com um sistema de progressão e conteúdo um pouco limitado na estreia do jogo. 

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Se você curte cooperação tensa, tiroteio brutal e noites intermináveis de sobrevivência contra o impossível, pode entrar sem medo. Killing Floor 3 não é gentil. Mas é extremamente honesto com o caos que entrega.

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