A Chibig, estúdio indie espanhol conhecido por Summer in Mara, Mika and the Witch’s Mountain e o aguardado Metroidvania Elusive, acaba de revelar um projeto totalmente novo. E olha… ele já chegou chamando atenção.
Batizado de Bel’s Fanfare, o jogo foi anunciado nas redes sociais no dia 15 de janeiro e aposta numa combinação curiosa e bem promissora: exploração 3D inspirada nos Zeldas clássicos com combates que flertam diretamente com o caos elegante dos bullet hells.
Assim como Elusive, o projeto vai buscar financiamento via Kickstarter, com a campanha marcada para começar no dia 3 de fevereiro.
Um RPG com cara de clássico perdido do PS2
Descrito como um “RPG imersivo”, Bel’s Fanfare já impressiona logo de cara pelo visual. Os cenários e personagens têm aquele charme estilizado que facilmente engana o olhar, parecendo um jogo esquecido da era PS2 que alguém acabou de desenterrar. Segundo a página de pré-lançamento no Kickstarter, o jogo está sendo desenvolvido para Nintendo Switch, Switch 2, PC (Steam) e PlayStation 4 e 5.
Quem é Bel e o que está acontecendo nesse navio?
Por enquanto, a Chibig está segurando boa parte da história, mas já deu pistas bem interessantes. O jogador assume o controle de Bel, uma pequena criatura demoníaca que trabalha como “limpador de aura” em um antigo navio de luxo chamado The Witch of the Sea.
Esse cruzeiro, agora decadente, está cheio de passageiros de outro mundo, cada um lidando com seus próprios traumas espirituais. A missão de Bel é purificar os cômodos do navio, ajudando essas entidades a enfrentarem seus problemas… literalmente.
Puzzles, escudo musical e arenas caóticas
Para isso, Bel carrega um item curioso: o Ukobach gong-shield, um escudo que funciona como instrumento, ferramenta e arma. Com ele, será possível:
Resolver puzzles espalhados pelo navio
Absorver aura corrompida
Bloquear ataques inimigos
Enfrentar manifestações físicas dos traumas dos passageiros em arenas inspiradas em bullet hell
É aquela mistura deliciosa de raciocínio, exploração e reflexo rápido, tudo embalado por uma direção artística que já é marca registrada da Chibig.
Um projeto pra ficar no radar
Bel’s Fanfare ainda está no começo da jornada, mas o conceito, o visual e a proposta já colocam o jogo facilmente na lista de indies pra acompanhar de perto em 2026. Se a execução for tão cuidadosa quanto a ideia sugere, tem tudo pra ser mais um daqueles jogos que passam despercebidos no começo… e viram queridinhos depois.
E você, curtiu a proposta? Acha que essa mistura de Zelda 3D com bullet hell tem tudo pra dar certo?
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