A Nacon e a Cyanide Studio anunciaram oficialmente Dracula: The Disciple, um novo jogo de puzzle em primeira pessoa ambientado no universo clássico de Drácula. E honestamente?

A proposta parece uma mistura deliciosa de:
- horror gótico
- exploração estilo immersive sim
- alquimia obscura
- metroidvania
- e escape room sobrenatural. 🦇
Você é um arquivista morrendo lentamente
Em Dracula: The Disciple, os jogadores controlam Emile Valombres, um arquivista francês que sofre de uma doença terminal incurável.
Na busca desesperada por uma cura, ele viaja até a Transilvânia e acaba chegando ao lendário castelo do Conde Drácula.
Só que obviamente…isso não termina bem.
Segundo os desenvolvedores, o castelo guarda os experimentos obscuros responsáveis pela imortalidade de Drácula, e Emile precisará mergulhar cada vez mais fundo nas artes ocultas para sobreviver.
O jogo aposta em interação e experimentação
A Cyanide deixou claro que quer criar uma experiência extremamente imersiva.
Os jogadores poderão:
- pegar objetos manualmente
- analisar itens
- combinar substâncias alquímicas
- desenhar rituais ocultistas no chão
- manipular ferramentas sobrenaturais
O diretor Antoine Cazayus explicou que lógica, dedução e experimentação serão o coração da experiência.
Ou seja: nada de simplesmente apertar botão brilhando.
Você realmente precisará entender os sistemas do jogo.
Alquimia terá papel central
Uma das partes mais interessantes envolve a alquimia.
Dentro do castelo será possível usar:
- alambiques
- athanors
- decanters
- ingredientes raros
- plantas sobrenaturais
Tudo isso para tentar criar substâncias poderosas, incluindo a lendária Pedra Filosofal.
E pelo que foi mostrado, os sistemas parecem bem físicos e táteis.
Quase como um laboratório interativo gótico.
O protagonista começará a virar vampiro
Mas claro…mexer com Drácula cobra um preço.
Ao longo da campanha, Emile começará lentamente a se transformar em vampiro.
E essa transformação será irreversível.
Segundo a Cyanide, o jogador ganhará novas habilidades sobrenaturais conforme a metamorfose avança.
Esses poderes permitirão:
- acessar novas áreas
- resolver puzzles diferentes
- explorar regiões antes inacessíveis
E é aqui que entra uma das descrições mais curiosas do projeto.
O jogo foi descrito como um “Puzzlevania”
O próprio diretor definiu a estrutura do castelo como um “Puzzlevania”.
Basicamente:
um metroidvania focado em puzzles e progressão por habilidades.
O castelo mudará constantemente conforme o jogador evolui sua transformação vampírica.
Novas áreas incluem:
- laboratórios ocultistas
- torres astronômicas
- jardins misteriosos
- estufas
- masmorras
- salões abandonados
Além disso, o jogo terá mudanças entre dia e noite, alterando visualmente e mecanicamente certas partes da exploração.
O castelo será praticamente um personagem
A Cyanide parece estar tratando o castelo de Drácula como peça central da experiência.
Segundo o estúdio, o objetivo foi transformar o local num verdadeiro playground gótico interativo.
E sinceramente?
Isso tem MUITO potencial.
Principalmente porque jogos focados em exploração detalhada e puzzles ambientais vêm ganhando bastante espaço novamente.
Cyanide está saindo da zona de conforto
A Cyanide é conhecida principalmente pela série Styx, então ver o estúdio entrando num território mais próximo de immersive sims e adventures narrativos é bem interessante.
Especialmente porque a proposta aqui parece bem mais atmosférica e cerebral.
Clima SussuWorld
Existe algo absurdamente fascinante em jogos que transformam conhecimento proibido em mecânica de gameplay 🕯️📖
Não é só “resolver puzzle”.
É estudar.
Experimentar.
Errar.
Misturar substâncias estranhas.
Desenhar símbolos ocultos no chão enquanto o personagem lentamente perde a humanidade.
E sinceramente?
Essa vibe de:
“o castelo está te consumindo aos poucos”
parece MUITO forte aqui.
Além disso, chamar o jogo de “Puzzlevania” foi uma jogada genial.
Porque imediatamente já dá pra imaginar:
- exploração interconectada
- progressão por habilidades
- áreas secretas
- puzzles ambientais
- transformação gradual do protagonista
Se a Cyanide acertar atmosfera, escrita e design dos enigmas…
Dracula: The Disciple pode facilmente virar um daqueles jogos cult obscuros que a galera descobre anos depois e pergunta:
“Como ninguém falou mais sobre isso?”
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