Gravastar é revelado e promete unir JRPG clássico com combates inspirados em jogos de luta !!

Os fãs de RPGs japoneses ganharam mais um título para acompanhar de perto. O estúdio norte-americano Studio Atma anunciou oficialmente Gravastar, um RPG de fantasia sci-fi com forte inspiração nos clássicos JRPGs da era dourada dos videogames. 

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O projeto está em desenvolvimento há mais de dez anos e chegará futuramente ao PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PC.

E sinceramente?

Tem alguns jogos que você bate o olho e já consegue identificar exatamente quais foram as referências da infância dos desenvolvedores. Gravastar parece ser um desses casos. 

Um JRPG que mistura fantasia espacial e nostalgia dos anos 90

A aventura se passa no planeta Aethera e acompanha Baird, um garoto órfão que descobre ser um Spectre, uma entidade rara ligada ao poder das estrelas.

A partir desse momento, ele embarca numa jornada para compreender suas habilidades, reunir aliados e enfrentar uma ameaça capaz de mergulhar todo o universo na escuridão.

Segundo o estúdio, a campanha terá mais de 15 horas de duração e seguirá uma estrutura bastante tradicional dos JRPGs clássicos, com foco em narrativa, exploração e desenvolvimento dos personagens.

Ao longo da aventura, os jogadores visitarão cinco continentes diferentes enquanto descobrem os segredos da história de Aethera e enfrentam um fanático determinado a destruir tudo pelo caminho.

Combate por turnos busca inspiração nos fliperamas

O grande diferencial de Gravastar parece estar no sistema de batalhas. Embora seja um RPG baseado em turnos, o jogo utiliza um sistema de comandos que lembra jogos de luta 2D dos fliperamas. Em vez de simplesmente selecionar ataques nos menus, os jogadores poderão executar combinações de golpes, criar cadeias de ataques e montar combos cada vez mais elaborados.

A proposta é tornar os confrontos mais rápidos e dinâmicos sem abandonar a estratégia característica dos JRPGs. Pela descrição dos desenvolvedores, o objetivo é criar algo que fique no meio do caminho entre os RPGs tradicionais e a sensação de domínio técnico encontrada nos jogos de luta clássicos.

Visual mistura 16 bits, 32 bits e tecnologia moderna

Outro aspecto que chama atenção é a direção artística. Gravastar aposta em modelos 3D estilizados que tentam reproduzir o visual e o charme das animações 2D tradicionais. Segundo o Studio Atma, a ideia é recriar a atmosfera dos JRPGs das eras 16 e 32 bits, mas utilizando recursos modernos de alta definição.

E honestamente?

Pelas imagens divulgadas, dá para sentir um pouco daquela energia dos RPGs que marcaram gerações no Super Nintendo, Sega Saturn e primeiro PlayStation.

Cinco companheiros acompanharão o protagonista

Durante a jornada, Baird será acompanhado por cinco personagens jogáveis, cada um com habilidades próprias e funções específicas dentro do combate. O estúdio ainda não revelou muitos detalhes sobre o elenco, mas promete uma equipe diversificada de heróis que ajudarão a enfrentar os desafios espalhados pelo mundo.

Como todo bom JRPG raiz, tudo indica que a relação entre os personagens será um dos pilares da narrativa.

Um projeto que levou mais de uma década para ganhar vida

Talvez o detalhe mais curioso do anúncio seja o tempo de desenvolvimento. Segundo o Studio Atma, Gravastar está sendo produzido há mais de dez anos. É um período enorme para um projeto independente e ajuda a explicar o cuidado que a equipe parece ter colocado na construção do universo, dos sistemas de combate e da identidade visual.

Claro que desenvolvimento longo não garante qualidade automaticamente. Mas certamente mostra o nível de ambição envolvido no projeto.

Clima Sussuworld 🎮

Existe uma categoria muito específica de jogo que consegue ativar instantaneamente o radar dos veteranos dos JRPGs. Basta aparecer: um protagonista órfão, poderes misteriosos, um mundo ameaçado, companheiros de jornada e um sistema de combate tentando fazer algo diferente.

Pronto.

Metade da comunidade já começa a acompanhar o projeto automaticamente.  Gravastar parece justamente mirar nesse público que cresceu com os grandes RPGs japoneses dos anos 90 e início dos anos 2000, mas que também quer ver algumas ideias novas surgindo no gênero.

Se conseguir entregar o que está prometendo, pode acabar se tornando uma daquelas surpresas independentes que surgem sem muito alarde e conquistam uma legião de fãs pelo caminho.

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