The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake ganha data de lançamento e chega ao Switch 2 em Novembro

Depois de meses de expectativa, a Nintendo finalmente colocou uma data no calendário para um dos remakes mais aguardados pelos fãs. 

Durante o Nintendo Direct especial de 40 anos de The Legend of Zelda, realizado nesta terça-feira, a empresa confirmou que The Legend of Zelda: Ocarina of Time chegará ao Nintendo Switch 2 em 5 de novembro de 2026.

E não foi apenas a data que apareceu. A Nintendo também mostrou uma apresentação extensa de gameplay, revelando como está tratando o retorno de um dos jogos mais importantes da história dos videogames.

Ocarina of Time continua sendo Ocarina of Time

Uma das informações mais importantes é que a Nintendo não transformou Ocarina of Time em outro Breath of the Wild ou Tears of the Kingdom. O remake mantém a estrutura original da aventura, incluindo suas áreas, progressão e identidade, mas moderniza bastante a forma como Link interage com o mundo.

A câmera agora pode ser movimentada livremente, Link ganhou pulo manual, pode nadar e mergulhar e também recebeu uma espécie de dash para acelerar sua movimentação. O sistema de controle também foi atualizado, incluindo recursos de movimento para determinadas ações.

Ou seja, a Nintendo parece ter escolhido um caminho interessante: preservar o coração do clássico do Nintendo 64, mas eliminar algumas das limitações que eram naturais em 1998.

E isso inclui até a forma de tocar a própria Ocarina. O remake permitirá que o jogador canteolar as melodias usando o microfone do Switch 2, além das opções tradicionais de controle.

Um remake fiel, mas com novidades

Visualmente, a transformação é enorme. Locais como a Floresta Kokiri e a Árvore Deku foram reconstruídos com muito mais detalhes, enquanto personagens e ambientes receberam novos modelos.

A Nintendo também apresentou elementos inéditos de orientação, incluindo os chamados “Threads of Time”, que ajudam o jogador a entender para onde deve seguir durante a aventura.

Navi também continua presente, agora integrada ao sistema moderno de assistência da aventura, oferecendo dicas durante a jornada.

Ao mesmo tempo, a Nintendo aparentemente não teve medo de manter algumas características que poderiam ser consideradas antiquadas hoje. A intenção parece ser justamente fazer um remake que modernize a experiência sem apagar aquilo que fez Ocarina of Time ser Ocarina of Time.

E isso é particularmente importante porque estamos falando de um jogo que, desde seu lançamento no Nintendo 64 em 1998, é frequentemente colocado entre os maiores videogames já produzidos.

E tem um detalhe interessante: Novembro vai ser uma pancada

A escolha de 5 de novembro também coloca Ocarina of Time Remake em uma posição curiosa no calendário.

O jogo chega exatamente duas semanas antes de Grand Theft Auto VI, que está programado para 19 de novembro.

É uma janela bastante apertada para qualquer outro jogo, mas existe uma diferença fundamental: GTA 6 não será lançado no Switch 2.

Então, para quem possui o console da Nintendo, Ocarina of Time Remake pode tranquilamente ser o grande jogo de novembro. E, considerando o tamanho do nome envolvido, parece que a Nintendo está bastante confiante no impacto que esse remake pode causar.

E tem mais: a Nintendo também anunciou uma edição especial do Switch 2 com temática de Zelda, prevista para 29 de outubro, poucos dias antes do lançamento do remake.

Agora sim começou a contagem regressiva.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake chega exclusivamente ao Nintendo Switch 2 em 5 de novembro de 2026.

Clima SussuWorld

CARACA... Ocarina of Time em 2026. 😂

É curioso pensar nisso porque, para muita gente, a lembrança daquele jogo ainda está associada ao Nintendo 64, à televisão de tubo e àquela sensação de descobrir Hyrule pela primeira vez. Agora a Nintendo pegou justamente essa memória e resolveu reconstruí-la com tecnologia moderna.

E gostei muito de uma coisa: não transformaram Ocarina em um Zelda de mundo aberto só porque isso virou a fórmula da franquia.

Tem pulo? Tem. Câmera livre? Tem. Nadando, mergulhando, dash, microfone, gráficos absurdos? Também tem.

Mas quando você olha para a estrutura, ainda existe aquele Ocarina de Time que a gente conhece.

Agora resta descobrir se a Nintendo conseguiu fazer algo ainda mais difícil do que simplesmente melhorar os gráficos: recriar a sensação de jogar Ocarina of Time pela primeira vez.

E aí, meus amigos... essa é uma missão digna da Master Sword. 🗡️

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