Durante uma nova entrevista, a vice-presidente e gerente geral da DICE e Criterion, Rebecka Coutaz, afirmou que Battlefield 6 não utilizará IA generativa em seu desenvolvimento - nem no jogo final.
O título, que chega hoje (10 de outubro) para todas as plataformas, vem sendo amplamente detalhado nas últimas semanas. Os produtores garantiram que os servidores estão prontos para o lançamento, e agora o estúdio deixa claro sua posição sobre o uso de inteligência artificial no processo criativo.
Em entrevista à BBC, Coutaz explicou que, embora a IA tenha sido usada em estágios preparatórios para dar “mais tempo e espaço à criatividade”, ela não faz parte da produção nem do gameplay. Segundo ela, a IA generativa “é muito sedutora”, mas ainda não há uma forma de incorporá-la de maneira produtiva no fluxo de desenvolvimento do estúdio.
🚀 O futuro e o equilíbrio entre tecnologia e criatividade“Podemos quebrar a magia com IA, mas também podemos ser mais inovadores e criativos”, disse Coutaz. “A indústria dos games está sempre na vanguarda da tecnologia - o desafio é entender como essas ferramentas podem nos ajudar sem substituir o talento humano.”
Para a executiva, a IA não é algo a ser temido, mas sim entendido e utilizado com propósito. Ela acredita que a indústria deve buscar o equilíbrio entre automação e expressão criativa.
Enquanto isso, a comunidade de Battlefield 6 já mostra do que é capaz: fãs estão recriando mapas de Call of Duty e naves de Star Wars usando o novo modo Portal, reforçando o poder da criação humana dentro do jogo.
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